A vida é como um livro...
Você abre a capa e lá está toda a verdade sobre você... Cada letra, palavra e frase, textos e páginas, vão sendo escritas enquanto você o lê... Não importa se a capa é bonita, interessante, colorida, quando você começa a ler a verdade vem a tona...
Passa capítulos e capítulos e se você não marcar até onde você chegou, o vento bate, as folhas voam e você se perde em seu próprio livro e passa a reviver momentos que já foram passados...
Raras são as vezes que as folhas voam em direção ao futuro, pulando capítulos e indo direto para páginas em branco, e você não se dá conta e não volta de onde tinha parado... isso causa muita confusão...
Mas a realidade é uma só, seja seu livro grande, pequeno, com muitos detalhes, ou poucos, uma hora eles fecham, e aí acaba... e para aqueles que acreditam que possam escrever outros livros, começam outras histórias e capítulos...
Quem faz seu livro ser fino ou groço é você, mas tenha certeza que alguem já escreveu o final para você não se preocupar com isso e continuar com a sua vida da forma que você puder ter...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O livro (qualquer texto largado por aí)
Postado por Luíza às 18:10 0 comentários
terça-feira, 22 de novembro de 2011
E aqueles versos...
Então ele pegou tudo aquilo que sentia e toda sua ira e raiva de viver, todo seu odio do tempo em que vivia e momento que não chegava e fez parecer exatamente como ele estava sentindo...não a menos nem a mais...
Ele colocou tudo num papel, e começou escrever símbolos que vinham na sua cabeça, ou da alma...Arrumou tudo aquilo em versos e ali estava a sua criação, que mostrava exatamente o que ele era e o que sentia naquele momento...
Tantas pessoas poderiam sentir aquilo, quem diria os artistas, pricipalmente os dançarinos... E tantas pessoas o amaram e idolatraram por ele ter escrito aquelas linhas...
Não, ele não era um escritor... Ele era um músico!
Feliz dia aos músicos que nos encantam e deixam nossas vidas mais completas...
Postado por Luíza às 20:29 0 comentários
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
E foi tão cruel...
E foi tão cruel... Ver todas aquelas frases e pensar que poderia ser para você, sabendo que com toda certeza não era...
E foi tão cruel... Ver surgindo bem ali e ter que ignorar e esperar que você fosse chamado mesmo sabendo que nunca seria...
E foi tão cruel... Imaginar que seria por você enquanto a certeza de estar ali era por outras pessoas... outra...
E foi tão cruel... Ser quem você é e o que você foi, e pensar que não há ninguem que possa entender... Enquanto a única que entede está de baixo de seus olhos...
E foi tão cruel...
Postado por Luíza às 23:56 0 comentários
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A carta
E na carta estava escrito:
"Diga que eu mexi em sua cabeça tanto quanto você mexeu na minha. Diga que você não vem mais pelo medo de me assassinar e eu te direi que me assassine. Me mostre o que você quer, que eu digo o que faço."
Ele pensava no que responderia... Enquanto ela pensava se ele responderia... Eu somente olhava pela janela...
"Janela".
Postado por Luíza às 00:45 0 comentários
Só
Ela só esperava, impaciente... Lutava contra suas próprias vontades e esperava o momento...
O relógio era seu maior vilão, o tempo andava com ele, lado a lado. Se conformava de não poder ver e de vez enquando escutava o barulho que a chamava muita atenção, a esperança vinha e ia, levava o calor e deixava o frio na solidão dela...O gelo era suficiente para ela querer ainda mais o calor...
Ela olhava e só...
Procurava e achava e não encontrava o que mais queria... Não via nem ouvia... Não que fizesse alguma diferença se surgisse, porém estaria ali e esse simples fato já era sinal de conforto...
O tempo passava até que ganhava de sua paciencia e esperança...
Dormia.
Postado por Luíza às 00:36 0 comentários
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Shiu!
Não fale mais nada...
Chegue perto...
E só...
Sinta simplesmente o...
Sinta...
Escuta...
Olhe...
Esqueça o resto...
Chegue mais e pare...
Sinta que eu posso te mudar,
Eu estou...
Esqueça...
Me faça esquecer...
PARA!
E nunca mais...
Desista...
Eu não chegarei lá...
Mudei...
Eu...
Por você...
Odeio o fato...
Contar...
Jamais desista...
Ponto...
R*
Começar.
De novo?
Postado por Luíza às 01:22 0 comentários
sábado, 5 de novembro de 2011
Peão
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
E foi isso a última coisa que lembrei...
Aquele peão continuava a rodar, sem parar, sem parar, sem parar, eram tantas cores, tantas estampas, luzes surgiam sem avisar e eu já começava a ficar confusa, não conseguia mais raciocinar, me sentia tonta e algumas vezes caindo, talvez caindo num buraco fundo de algum lugar profundo da minha mente!
Surgiam riscos que desapareciam da mesma forma que apareceram, já não entendia mais nada, não entendia o que era chão firme e forte, céu infito libertador e o que era peão...
Foi quando escutei ou naquele momento somente relembrei a sequencia de A que ecoou... Me perdi, dentro da minha própria mente e o peão continou a girar...
Gira...
Postado por Luíza às 23:34 0 comentários
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Um olhar para o universo
As vezes olho para o céu e vejo as infinitas estrelas, penso que sou uma delas e você outra distante, nem tanto, mas o suficiente para eu não lhe alcançar... Vejo seu brilho e o acumulado de estrelas ao seu redor, só de longe, sei que por perto você vive num vazio da mesma forma que eu...
Estrelas cadentes com brilho intenso, atrativas e lindas para os olhos que as percebem, passam perto... De mim e de você... Nem uma para...
Somos como estrelas soltas no universo, paradas no mesmo lugar e sustentada por nada além de nós mesmos...
(pensando em evoluir esse texto...)
Postado por Luíza às 22:53 0 comentários
