sábado, 5 de novembro de 2011

Peão

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
E foi isso a última coisa que lembrei...
Aquele peão continuava a rodar, sem parar, sem parar, sem parar, eram tantas cores, tantas estampas, luzes surgiam sem avisar e eu já começava a ficar confusa, não conseguia mais raciocinar, me sentia tonta e algumas vezes caindo, talvez caindo num buraco fundo de algum lugar profundo da minha mente!
Surgiam riscos que desapareciam da mesma forma que apareceram, já não entendia mais nada, não entendia o que era chão firme e forte, céu infito libertador e o que era peão...
Foi quando escutei ou naquele momento somente relembrei a sequencia de A que ecoou... Me perdi, dentro da minha própria mente e o peão continou a girar...
Gira...

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