Eu fui idiota de acreditar que você havia mudado, querer continuar e continuar mesmo sabendo que você só queria me enganar, mas eu tinha a esperança de que confiar mais em você seria melhor, pelo menos você não teria a oportunidade de dizer que a culpa foi minha de novo.
Uma hora você diz que ama, chama de amor, e eu já sei que os próximos dias serão um inferno, não sei dizer o porque, mas são sempre assim... Amor, depois a dor.
Eu preferi por tanto tempo acreditar que o que você me dizia era mais verdade do que os seus amigos falavam, sabe... Confiança, aquela de olho fechado, que você tem quase a certeza de que está fazendo a coisa errada e continua a fazer simplesmente por amar, e confiar...
Até que demorou para eu quebrar a cara dessa vez, talvez eu deveria ter te tratado mal, porque pelo menos eu teria te dado um motivo para ser o que é e fazer o que faz. Um constante ilusionista.
Olha, veja só, eu finalmente consegui dizer algo sobre você, com palavras belas que simbolizam exatamente o que estou sentindo e ao mesmo tempo o que você é, pelo menos ao meu ver.
Você poderia se importar, mas você é do tipo, socialista egoísta, ou seja, daqueles que não existem...
É, talvez seja isso mesmo, talvez você não exista, pois vive em cima de suas mascaras que são constantemente mudadas para cada pessoa e sentimento.
Eu tentei. Isso você não pode negar. Eu te ofereci mais do que podia, e você naquele joguinho de querer e não querer... Sarcástico. Irônico, talvez, pelo menos quando dizia em seguida que amor de verdade não existe, que ninguém ama, ou que ninguém quer te fazer feliz... Pois é... Engraçado mesmo é que ninguém do mundo quer, ninguém é, ninguém faz... Ninguém entre bilhões de pessoas... Apenas você, VOCÊ, olha o eu aí, vê isso.
A vontade de me debulhar em lágrimas, e cuspir o ódio me corrói por dentro, e então eu penso que a culpada realmente fui eu mesma... De acreditar que você era pra ser o além de mais um.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O além de mais um
Postado por Luíza às 23:40
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